
- 07.03.2025
- Educação sexual
As pessoas podem fingir orgasmos por motivos diferentes. Você não deve sexo nem um orgasmo ao parceiro e pode interromper a atividade sexual a qualquer momento.
Vamos analisar isso.
Somente os Fatos
A frequência e a intensidade dos orgasmos variam. Não chegar ao orgasmo durante o sexo não significa, por si só, que haja algo errado.
Qual é o Problema?
As expectativas do parceiro podem gerar pressão. Seu conforto também importa.
Fingir um orgasmo pode dificultar a comunicação sobre os toques de que você gosta.
Pense nos seus desejos sem transformar o orgasmo em uma meta obrigatória.
“Há algo errado comigo?”
“Antes era diferente…”
“De novo hoje. Talvez amanhã seja diferente?”
Essas perguntas não são um diagnóstico. Procure orientação profissional se a dificuldade causar sofrimento, vier acompanhada de dor ou tiver começado recentemente.
O Que Fazer?
Se você se sentir segura, converse com o parceiro sobre prazer, limites e as formas de estímulo que prefere.
Não estamos mais no século 18. A moral puritana e o patriarcado são coisa do passado. Hoje em dia, há muitas maneiras de lidar com o problema. Comece experimentando na cama. Talvez uma posição diferente, o uso de lubrificantes ou brinquedos possam ajudá-la a alcançar o orgasmo desejado. Se isso não funcionar, considere consultar um sexólogo. Ele pode te ajudar a resolver tudo e, se necessário, prescrever um tratamento.
Conclusões
Não existe uma frequência obrigatória de orgasmos. Muitas pessoas precisam de estímulo direto no clitóris; só a penetração pode não ser suficiente.
E se o problema existir, seja honesta com seu parceiro. E, mais importante, seja honesta consigo mesma.
Após explorar se simular um orgasmo é prejudicial, é importante abordar como lidar com sentimentos sexuais e entender o que é normal.
Fontes: NHS — Sex Therapy London; NHS — Sexual Health Oxfordshire.













